


Bocas que se aproximam
e se afastam.
Mulheres saindo de dentro de mulheres.
A fantasia em Buarqueanas desliza pelo corpo, o gozo,
a transgressão, o excesso, a mestiçagem e a mulher
como evolução da liberdade.
Numa estrutura circular na qual
se termina ou não se termina onde começa
ou não se
começa.
Um movimento orgânico e
contínuo de vestir-se, de se
despir para novamente se vestir.
A eterna espiral presente na
obra buarqueana, aqui ganha
a cena e apresenta a vida,
“com sua doçura quebradiça e sua grandeza de fumaça”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário